...

...

A lista definitiva dos álbuns mais aguardados de 2026; confira!

Publicada em: 07/01/2026 13:00 -

120 mil músicas são despejadas diariamente nos serviços de streaming. É um volume que desafia não apenas a nossa capacidade de audição, mas a própria sanidade auditiva. Em meio a esse ruído branco, a música corre o risco de deixar de ser um evento para se tornar um mero acessório de fundo, desenhada por quem prefere a retenção imediata ao gênio duradouro.

Por isso, decidi dar um passo para trás e fazer o exercício de separar o joio do trigo: pinçar o que é de fato um marco cultural do que é apenas engajamento passageiro. Consolidei o que o mercado e os estúdios confirmam para 2026, do pop global de Beyoncé ao adeus definitivo de Sepultura e Megadeth, passando pela transição estratégica de Anitta e o lamento histórico do Alice in Chains.

 

Pop, Indie & Alternativo

 

Beyoncé – Act III: O encerramento da trilogia iniciada em Renaissance, possivelmente mergulhando no rock para selar seu domínio cultural global.

 

Mumford & Sons – Prizefighter: O grupo resgatando a essência do folk confessional.

 

Lana Del Rey – Stove: Novo mergulho na melancolia poética, desta vez flertando com as raízes do country americano tradicional.

 

Faces: O retorno histórico de uma banda lendária.

 

Gorillaz – The Mountain: Damon Albarn operando.

 

Charli XCX – Wuthering Heights: Pop maximalista ligado à literatura.

 

Jill Scott – To Whom This May Concern: O neo-soul em sua maturidade lírica.

 

Jessie Ware: Pop dançante e sofisticado.

 

Courtney Barnett: Rock confessional e observacional.

 

Dry Cleaning – Secret Love: Pós-punk is back.

 

Nick Jonas – Sunday Best: Seu primeiro trabalho solo em cinco anos.

 

Hilary Duff – Luck... or Something: Após dez anos de silêncio musical.

 

Megan Moroney – Cloud Nine: A nova estrela do country.

 

BTS: O domínio do K-pop que marca a reunião do grupo após o hiato militar.

 

Harry Styles: O sucessor de Harry's House.

 

Madonna – Confessions On A Dance Floor Part 2: A rainha retorna ao território que domina como ninguém: a pista de dança.

 

Exo – Reverxe: Veteranos do K-pop tentando subverter o gênero.

 

Robbie Williams – Britpop: O ícone tentando recuperar o trono de um gênero que ele ajudou a popularizar.

 

Melanie C – Sweat: Pop físico.

 

Björk: O som como extensão da arte visual.

 

Arctic Monkeys & Radiohead: Rumores de estúdio que sugerem a ressurreição de duas das bandas mais brilhantes e inquietas do indie moderno.

 

Courtney Love: A controversa preparando um retorno produzido por Butch Walker.

 

Squeeze – Trixies: Veteranos britânicos.

 

The Cribs – Selling A Vibe: Indie rock direto.

 

Madison Beer – locket: Nova geração buscando profundidade.

 

Rock, Metal & Punk

 

Alice in Chains: A melhor banda do grunge retorna com um novo álbum.

 

Megadeth – Megadeth: Dave Mustaine entrega o último registro de estúdio da banda; um epitáfio thrash metal.

 

Kreator – Krushers of the World: Thrash metal clássico e agressivo, mantendo a disciplina estrutural e o rigor técnico alemão.

 

Korn: O retorno dos pioneiros do nu metal, resgatando a identidade de uma geração que selou seu gosto musical na dor.

 

Anthrax: Mais um dos ícones do speed metal.

 

Amon Amarth & At the Gates: O pilar do melodic death metal sueco em novos trabalhos.

 

Alter Bridge & Evanescence: O hard rock e o symphonic rock em busca da densidade.

 

Sublime – Till the Sun Explodes: O retorno do rock alternativo banhado em reggae e ska.

 

Angel Du$t – Cold 2 the Touch: Hardcore intenso e agressivo.

 

Poison the Well: O retorno de uma força influente que entende que a música deve incomodar.

 

Joe Bonamassa – B.B. King’s Blues Summit 100: Um tributo elétrico ao Rei do Blues.

 

The Rolling Stones: Prova de que o tempo é uma invenção humana.

 

Social Distortion: Mike Ness ressurgindo com a mesma crueza punk de 1979.

 

The All-American Rejects – Sandbox: O retorno do pop-punk.

 

New Found Glory – Listen Up!: Mais uma dose de energia melódica.

 

Converge – Love Is Not Enough: A intensidade do metalcore levada ao limite.

 

Gogol Bordello – We Mean It, Man!: O punk cigano operando como um caos organizado.

 

Rob Zombie – The Great Satan: O horror rock retornando com o peso industrial.

 

U2 & Bob Dylan: Relatos de material novo em estúdio, sugerindo que ainda têm algo a dizer.

 

Nacionais

 

Anitta: Novo projeto focado em expandir a sonoridade para o mercado global.

 

IZA: Expectativa para o terceiro álbum de estúdio.

 

Caetano Veloso: Rumores indicam um novo trabalho de inéditas que sucede Meu Coco.

 

Black Pantera: O trio mineiro deve entregar o sucessor de Perpétuo, mantendo o peso e a contundência da crítica social.

 

Pitty: Novo álbum autoral? A ver.

 

BaianaSystem: Projeto que aprofunda a pesquisa rítmica do grupo.

 

Sepultura: Registro final ou álbum comemorativo que encerra a turnê de despedida da banda.

 

Jão: Consolidação do projeto de pop para arenas.

 

Liniker: Novo ciclo autoral após o impacto de crítica e público.

 

Criolo: Expectativa para um trabalho que retome as raízes do rap.

 

Luedji Luna: Novo álbum focado no jazz e música afro-brasileira contemporânea.

 

Emicida: Possível sucessor de AmarElo.

 

Eletrônica, Soul, Hip Hop & Experimentações

 

Ye (Kanye West) – Bully: Entre o gênio e o caos,.

 

Danny L Harle – Cerulean: Dance pop.

 

Daphni – Butterfly: Club music.

 

Geologist – Can I Get a Pack of Camel Lights?: Psicodelia e colagens sonoras.

 

GENA – The Pleasure Is Yours: Soul e jazz contemporâneo.

 

A$AP Rocky – Don’t Be Dumb: Hip-hop moderno e experimental.

 

Sleaford Mods – The Demise Of Planet X: A fúria operária inglesa.

 

DJ Khaled – Aalam of God: Mais uma megalomania?

 

Beverly Glenn-Copeland – Laughter In Summer: Música espiritual.

 

Denzel Curry: O hip-hop em sua forma mais técnica e visceral.

 

Sébastien Tellier – Kiss The Beast: O toque francês na eletrônica experimental.

Compartilhe:
COMENTÁRIOS
Comentário enviado com sucesso!
Carregando...